PROFESSORES DA UESPI APROVAM ADESÃO À GREVE GERAL EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Em Assembleia Geral realizada na última segunda-feira, 13/05, a categoria docente da UESPI aprovou adesão à GREVE GERAL DA EDUCAÇÃO convocada para o dia 15 de Maio. A greve, que é uma resposta aos ataques à educação pública por parte do governo Bolsonaro, foi definida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). A data foi incorporada ao calendário de lutas aprovado no III Encontro Nacional de Educação (ENE). O ANDES-SN convocou sua base a aderir à paralisação.

A Professora Rosângela Assunção, coordenadora geral da ADCESP, afirma que nesse momento a luta não é por uma ou outra universidade, mas sim por um projeto de educação para o país. “Os ataques contra as instituições federais vai afetar a todos nós, porque esse é um projeto de educação que o governo quer empurrar goela abaixo no país inteiro, mas nós não podemos aceitar isso”, afirma.

Em Teresina, professores, estudante e técnicos das universidades e escolas técnicas federais estão organizado um Ato Público unificado, a partir das 8h, em frente ao INSS, no centro de Teresina. A ADCESP Convoca toda a categoria para se fazer presente e fortalecer esse movimento nacional em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade.

DOCENTES DA UESPI TAMBÉM APROVAM ADESÃO À GREVE GERAL CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, DIA 14 DE JUNHO

As centrais sindicais brasileiras convocaram, de maneira unificada, uma Greve Geral para 14 de junho. A pauta central da Greve Geral será a defesa do direito de aposentadoria e o repúdio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19, da Reforma da Previdência. A categoria docente da UESPI, em assembleia geral, aprovou adesão ao movimento.

A convocação da Greve Geral ocorreu durante o ato do Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores, em São Paulo (SP). Pela primeira vez, todas as centrais sindicais organizaram um ato unificado de 1º de maio na capital paulista. Mais de 200 mil pessoas foram à manifestação, no Vale do Anhangabaú.

A Reforma da Previdência, conforme proposta de Bolsonaro, representa o fim da aposentadoria e manutenção dos privilégios dos ricos e poderosos.